Muitas pessoas julgam que herança deve ser algo
material deixado por alguém que já se foi, eu discordo. Tenho muitas heranças
de pessoas que ainda vivem – algumas na minha vida, e outras que estão apenas
vivendo pelo mundo. E eu encaro como herança, ensinamentos que tais me
deixaram.
Bem, quando eu tinha dez anos conheci três pessoas que
mudaram minha concepção sobre aceitação. Uma era negra, com ela aprendi que
amor não tem cor. Outra índia, com ela aprendi que tu podes ser diferente do
que tua família é. E a última era gay, com ela aprendi que amar não tem
escolhas.Com quinze anos aprendi com um amigo, que o amor não
precisa ter lógica. Ele amou-me e aceito-me com todas as confusões existentes
em mim. Nos amamos até hoje, agora de outra forma.Mas, pessoas também podem te deixar heranças bem cedo
ou então deixa-las sempre. Acho que desde sempre eu tenho uma amiga, a amiga,
com ela já aprendi tanto. Aprendi, quando nova, que se dançar no chão molhado
pode se conseguir uma cicatriz na testa. Mas com ela, recentemente aprendi, que
se você quer ir, você deve ir e que se você ama mesmo, saudades é suportável. Eu também deixei muitas heranças nela. Algumas pessoas te deixam coisas ruins como herança. É
meus caros, coisas ruins também permanecem em nós. Por exemplo, um certo cara
deixou-me marcas de queimaduras, no corpo e na alma. Nada aparente, ninguém
nunca nota, mas elas estão ali, e sempre estarão.Bem, mas quem sempre deixam-nos muitas heranças são
nossos pais – não, não estou falando da casa ou do carro.Meu pai deixo-me seu bom gosto musical. Com ele
aprendi o que de fato foi, e ainda é Beatles. Aprendi a beber e a fumar.
Aprendi a diferenciar os tipos de lagrimas existentes. Aprendi a manter a
calma, e o momento certo que uma discussão deve começar e acabar.E com a minha mãe, ah, com essa aprendi tantas coisas!
Aprendi a acreditar e a confiar. Aprendi a dar novas chances e que confiança só
se dá uma vez a uma pessoa – sim, eu sei que parece confuso. Ela me deixou como
herança, também, que devemos amar a todos e a tudo, que apesar de não parecer,
todos são merecedores disto e de perdão.Creio que por causa das coisas que ela deixo-me, sou
assim, de espirito livre. Pois ela ensinou-me, também, que a vida é só uma e se
não deu certo, devemos seguir. Seguir sempre. E que fazer o que se tem vontade
é não errado, pois não é errado ser feliz. Ela me deixou de herança os
ensinamentos mais belos que poderia adquirir.
Muitas pessoas julgam que herança deve ser algo
material deixado por alguém que já se foi, eu discordo. Tenho muitas heranças
de pessoas que ainda vivem – algumas na minha vida, e outras que estão apenas
vivendo pelo mundo. E eu encaro como herança, ensinamentos que tais me
deixaram.
Bem, quando eu tinha dez anos conheci três pessoas que
mudaram minha concepção sobre aceitação. Uma era negra, com ela aprendi que
amor não tem cor. Outra índia, com ela aprendi que tu podes ser diferente do
que tua família é. E a última era gay, com ela aprendi que amar não tem
escolhas.Com quinze anos aprendi com um amigo, que o amor não
precisa ter lógica. Ele amou-me e aceito-me com todas as confusões existentes
em mim. Nos amamos até hoje, agora de outra forma.Mas, pessoas também podem te deixar heranças bem cedo
ou então deixa-las sempre. Acho que desde sempre eu tenho uma amiga, a amiga,
com ela já aprendi tanto. Aprendi, quando nova, que se dançar no chão molhado
pode se conseguir uma cicatriz na testa. Mas com ela, recentemente aprendi, que
se você quer ir, você deve ir e que se você ama mesmo, saudades é suportável. Eu também deixei muitas heranças nela. Algumas pessoas te deixam coisas ruins como herança. É
meus caros, coisas ruins também permanecem em nós. Por exemplo, um certo cara
deixou-me marcas de queimaduras, no corpo e na alma. Nada aparente, ninguém
nunca nota, mas elas estão ali, e sempre estarão.Bem, mas quem sempre deixam-nos muitas heranças são
nossos pais – não, não estou falando da casa ou do carro.Meu pai deixo-me seu bom gosto musical. Com ele
aprendi o que de fato foi, e ainda é Beatles. Aprendi a beber e a fumar.
Aprendi a diferenciar os tipos de lagrimas existentes. Aprendi a manter a
calma, e o momento certo que uma discussão deve começar e acabar.E com a minha mãe, ah, com essa aprendi tantas coisas!
Aprendi a acreditar e a confiar. Aprendi a dar novas chances e que confiança só
se dá uma vez a uma pessoa – sim, eu sei que parece confuso. Ela me deixou como
herança, também, que devemos amar a todos e a tudo, que apesar de não parecer,
todos são merecedores disto e de perdão.Creio que por causa das coisas que ela deixo-me, sou
assim, de espirito livre. Pois ela ensinou-me, também, que a vida é só uma e se
não deu certo, devemos seguir. Seguir sempre. E que fazer o que se tem vontade
é não errado, pois não é errado ser feliz. Ela me deixou de herança os
ensinamentos mais belos que poderia adquirir.
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